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- Secretaria de Turismo e Gramadotur presentes no Festuris Connection
Secretaria de Turismo e Gramadotur presentes no Festuris Connection O Festuris Connection, que acontece no Hotel Master Gramado nesta quinta e sexta-feira, marca a união entre a Secretaria de Turismo de Gramado e a Autarquia Municipal de Turismo (Gramadotur). Presentes no evento, as entidades participam de uma imersão em vendas, chamada de Top Performer, além da divulgação do destino turístico para o trade regional e nacional. “Estamos participando de forma conjunta, aqui no Festuris Connection, um evento híbrido, com mais de 100 agentes de viagens aqui na nossa cidade e mais de 500 que nos assistem de forma virtual online. Estamos divulgando a nossa cidade, os atrativos de Gramado e também os eventos. É pela primeira vez que estamos fazendo essa divulgação conjunta”, comemora a presidente da Gramadotur, Rosa Helena Volk. Rosa Helena, que ocupa também o cargo de secretária interina do Turismo, destaca os eventos do segundo semestre. “Vamos ter agora no segundo semestre eventos maravilhosos. Vamos começar com o Gramado in Concert em julho, em agosto o Festival de Cinema, começo de setembro Festival de Gastronomia, de 23 de setembro a 12 de outubro a Festa da Colônia, nossa querida Festa da Colônia, e em 28 de outubro iniciaremos o 36º Natal Luz de Gramado, que vai até 30 de janeiro de 2022”, disse. “Vamos fazer todos os eventos de forma segura, #gramadodestinoseguro. O nosso trade todo se preparou de forma muito adequada, com todos os protocolos sanitários e de segurança, assim como o município está prevendo fazer eventos híbridos até a Festa da Colônia, e presenciais dali para a frente se Deus quiser. E aqui estamos de forma conjunta, o Gramado Inesquecível vendendo os nossos eventos e a nossa cidade, que tem aquele mesmo carinho para receber a todos que aqui chegam”, finaliza Rosa Helena Volk. Acesse: https://www.facebook.com/prefeituradegramado/posts/5738881212790422 Crédito: Divulgação
- MINISTRO SALLES VISITA CANELA
MINISTRO SALLES VISITA CANELA Fotos: Rafael Zimermann O Ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles esteve em Canela para assinar a autorização para publicação do edital de concessão da Floresta Nacional de Canela. Vídeo : Ricardo Veras Edital deve ser lançado na sexta-feira (7). Flona de Canela possui área de 557,50 hectares, com altitudes que variam de 740 a 840 metros. Segundo o Ministério do Meio Ambiente, a agenda de concessões em parceria com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) visa fomentar o ecoturismo em parques nacionais e outros tipos de unidades de conservação federais.
- RETORNO ÀS AULAS EM GRAMADO
Retorno às aulas tranquilo e seguro nas escolas de Gramado Após 14 meses, as aulas da rede pública municipal de Gramado iniciaram nesta quarta-feira (05), de forma presencial, respeitando todos os protocolos sanitários, de distanciamento social, uso de máscara, verificação da temperatura, tapetes sanitários, higienização permanente e constante uso de álcool em gel. Ainda, cartazes orientativos foram espalhados pelas escolas, assim como adesivos colados no chão demarcam o distanciamento e orientam o fluxo dos estudantes. Segundo a secretária da Educação, Simone Tomazelli Andreis, o retorno às aulas foi marcado pela tranquilidade. Segundo Simone, o Centro de Operações de Emergência (COE) Gramado realizou uma fiscalização em todas as escolas. As instituições de ensino estão preparadas com todos os equipamentos de proteção individual (EPIs) e seguem um plano de contingência embasado em decretos e nas orientações do Gabinete de Crise do Governo do Estado e da Prefeitura de Gramado. https://bit.ly/2RtvH9k Crédito: Divulgação
- Covid-19: Gramado segue com oito moradores na UTI
Covid-19: Gramado segue com oito moradores na UTI Muito próximo de controlar as contaminações pelo novo coronavírus no município, a Prefeitura de Gramado, por meio do Centro de Operações de Emergência (COE) Gramado, registra, nesta quarta-feira (05), apenas oito novos casos da doença e seis recuperados do dia. Já o Hospital Arcanjo São Miguel segue com oito moradores internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI Covid-19) e dois na enfermaria especializada. Outros dois pacientes estão em leitos clínicos aguardando os resultados dos exames. A Prefeitura confirma, com pesar, nas últimas 24 horas, mais duas mortes causadas pela Covid-19. A 46ª morte de paciente não residente trata-se de uma mulher, de 51 anos, moradora de Nova Petrópolis, internada desde o dia 15 de abril. Exames confirmaram a presença do vírus no organismo da vítima, que também possuía doenças preexistentes. Outra morte causada pelo coronavírus foi de uma paciente, de 65 anos, moradora de Gramado, que estava hospitalizada desde o dia 14 de abril. Gramado registra 122 mortes de moradores desde o início da pandemia. Acesse o Boletim Epidemiológico no link: https://www.gramado.rs.gov.br/storage/attachments/dqXMyz8THirjd2NVzM4xPVAzcecdmT8Ow1VA18F8.pdf Orientações no Link: https://covid19.gramado.rs.gov.br/ Crédito: Divulgação
- Gramado altera feriado de “Ascensão do Senhor” de quinta para sexta-feira
Gramado altera feriado de “Ascensão do Senhor” de quinta para sexta-feira Após inúmeros pedidos feitos por representantes da comunidade, a Prefeitura de Gramado alterou o calendário oficial do município. O feriado religioso de “Ascensão do Senhor” em Gramado será na próxima sexta-feira (14), inicialmente estava programado para ocorrer na quinta-feira (13). O decreto foi assinado pelo prefeito Nestor Tissot nesta terça-feira (04). A data faz parte do calendário oficial e a Prefeitura não abre nesse dia. Serviços públicos do município como nas escolas de ensino fundamental, educação infantil e unidades de atendimento da Secretaria da Saúde não funcionam, apenas o Ambulatório Covid-19 segue os atendimentos, das 7h até a meia-noite, sem fechar ao meio-dia. Os atendimentos médicos ocorrem normalmente no Hospital Arcanjo São Miguel. Crédito: Divulgação
- Bolsonaro veta projeto que adiava prazo de entrega da Declaração do IR
Bolsonaro veta projeto que adiava prazo de entrega da Declaração do IR Com decisão, prazo fica mantido até 31 de maio O presidente Jair Bolsonaro vetou integralmente o projeto de lei 639/2021, aprovado pela Câmara dos Deputados no último dia 13 de abril, que estendia o prazo para entrega da declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) de 2021 de 31 de maio para 31 de julho. O veto será publicado na edição desta quinta-feira (6) do Diário Oficial da União, mas poderá ser derrubado pelo Congresso Nacional. O presidente acatou recomendação da equipe econômica para não estender o prazo. Segundo o governo, apesar de "meritória", a prorrogação do prazo contrariava o interesse público porque seria o terceiro adiamento consecutivo da entrega da declaração este ano. Uma nova postergação, de acordo com a equipe econômica, poderia afetar o fluxo de caixa do governo, prejudicando a arrecadação da União, dos estados e dos municípios, já que impactaria no repasse dos recursos destinados ao Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal (FPE) e no Fundo de Participação dos Municípios (FPM). "Desse modo, a proposta foi objeto de veto por causar um desequilíbrio do fluxo de recursos, o que poderia afetar a possibilidade de manter as restituições para os contribuintes, além de comprometer a arrecadação dos entes federativos. Em abril deste ano, a Receita Federal publicou a Instrução Normativa RFB nº 2.020/2021 adiando o prazo de entrega da Declaração de Imposto de Renda do exercício de 2021, de abril para maio, como forma de suavizar as dificuldades impostas pela pandemia do coronavírus (covid-19)", informou, em nota, a Secretaria-Geral da Presidência da República. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2021-05/bolsonaro-veta-projeto-que-adiava-prazo-de-entrega-da-declaracao-do-ir
- Equipe econômica pede que Bolsonaro vete prorrogação de entrega de IR
Equipe econômica pede que Bolsonaro vete prorrogação de entrega de IR Adiamento pode impedir pagamento de programas sociais, diz ministério O Ministério da Economia recomendou nesta quarta-feira (5) que o presidente Jair Bolsonaro vete o Projeto de Lei 639/21, aprovado pela Câmara dos Deputados no último dia 13, que estende mais uma vez o prazo para entrega da declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) de 2021 de 31 de maio para 31 de julho .O texto depende de sanção presidencial para entrar em vigor. Em nota, o Ministério da Economia justifica o pedido de veto afirmando que o adiamento do prazo para o fim de julho "teria impacto na arrecadação da União, estados e municípios e poderia impedir pagamento de importantes programas sociais para o enfrentamento do efeito da pandemia". Segundo o ministério, a prorrogação do prazo para pagamento do imposto de renda apurado por três meses e a manutenção do cronograma original de restituição teriam como "consequência um fluxo de caixa negativo, ou seja, a arrecadação seria menor que as restituições". Ao justificar o pedido de veto, a pasta explicou ainda que a diferença negativa entre o gasto antecipado com o pagamento de restituições e o adiamento da arrecadação do Imposto de Renda afetaria, por exemplo, programas emergenciais implantados pelo governo federal para preservar atividades empresariais e manter o emprego e a renda dos trabalhadores, e a programação de pagamento do auxílio emergencial de 2021. “Da mesma forma, estados e municípios teriam redução considerável nos recursos destinados aos fundos de participação que subsidiam, entre outros, gastos com saúde para o combate à pandemia”, acrescenta a nota divulgada pela equipe econômica. Edição: Nádia Franco
- Bolsonaro defende liberdade e cogita decreto de livre circulação
Bolsonaro defende liberdade e cogita decreto de livre circulação Presidente discursou em evento no Palácio do Planalto Em discurso hoje (5) em cerimônia no Palácio do Planalto, o presidente Jair Bolsonaro falou sobre as manifestações ocorridas no 1º de maio – Dia do Trabalho – e sobre o que chamou de “decretos subalternos” – leis estaduais e municipais que restringem a livre circulação de pessoas durante a pandemia de covid-19. "Nas ruas, já se começa a pedir, por parte do governo, que se baixe um decreto. Se eu baixar um decreto, ele vai ser cumprido. Não será contestado por nenhum tribunal”, afirmou Bolsonaro. O texto seria um instrumento para garantir que o Artigo 5º da Constituição seja respeitado por estados e municípios, e que seja assegurada a liberdade de ir e vir, trabalhar e realizar atividades econômicas no contexto da pandemia, explicou o presidente. “Queremos a liberdade de fluxo. Queremos a liberdade para poder trabalhar. Queremos o nosso direito de ir e vir. Ninguém pode contestar isso”, acrescentou. “O que o povo quer de nós é que sigamos o norte dado para esse povo, e todo o Artigo 5º. Eles querem trabalhar. Isso é crime? Querem o direito de ir e vir, ir à praia, ver um amigo. Querem o direito de ver um pastor, ir à igreja, ver seu padre. Que poder é esse dado a governadores e prefeitos?”, questionou. Bolsonaro afirmou ainda que a comunicação, mesmo que negativa, tem sido amplamente defendida em sua gestão, e que a ampliação do acesso digital configura uma forma de defender o direito à informação, constitucionalmente previsto. Segundo o presidente, a iminência de um novo decreto para regulamentar o Marco Civil da Internet - aprovado em 2014 - também configura instrumento de liberdade de comunicação, já que define direitos, responsabilidades e punições para o uso das redes sociais e de meios de comunicação digitais. Sobre a comissão parlamentar de inquérito (CPI) que investiga ações de agentes públicos durante a pandemia, Bolsonaro disse que o resultado será “excepcional, no final da linha”. O presidente afirmou que a CPI demonstrará o uso incorreto de verbas bilionárias distribuídas pelo governo federal a estados e municípios. O presidente afirmou que foi questionado por membros da CPI da Pandemia sobre aparições públicas durante os finais de semana. “Não interessa onde eu estava. Respeito a CPI. Estive no meio do povo e tenho que dar exemplo. É fácil ficar dentro do Palácio do Planalto, tem de tudo lá.” No discurso, Bolsonaro voltou a citar o tratamento precoce como medida para o combate à pandemia. Segundo o presidente, a hidroxicloroquina contribuiu para a diminuição do pico de casos no estado do Amazonas, em especial na capital, Manaus. Segundo estudos, o medicamento não tem eficácia comprovada contra a covid-19. Bolsonaro afirmou também que a revisão de termos contratuais com empresas que fornecem vacinas ao Brasil só foi possível com a ação do Congresso. Um dos exemplos citados foi o da farmacêutica norte-americana Pfizer, que em um primeiro momento apresentou contrato se eximindo de responsabilidade por eventuais efeitos colaterais da vacina. “O que mais queremos é nos livrar desse vírus e voltar à normalidade”, concluiu o presidente. Bolsonaro comentou a origem do novo coronavírus. “Os militares sabem o que é guerra química, bacteriológica e radiológica. Será que estamos enfrentando uma nova guerra?”, questionou. “É um vírus novo. Ninguém sabe se nasceu em laboratório ou se nasceu por um ser humano ingerir um animal inadequado. Qual país que mais cresceu seu PIB [Produto Interno Bruto]? Não vou dizer.” No discurso, o presidente aproveitou a presença de membros do Legislativo e defendeu o voto impresso auditável no país. Ele afirmou que, se promulgado, o canhoto impresso auditável estará presente nas eleições de 2022. “Nós queremos e o povo quer o voto auditável. Qual o problema disso? Aqueles que acreditam que não há fraude, por que ser contra?”, disse o presidente, que complementou afirmando que não haverá contestação de constitucionalidade se a medida vier a partir do Congresso Nacional. Bolsonaro citou, ainda, o motorista brasileiro Robson do Nascimento de Oliveira, que foi preso em fevereiro de 2019 com duas caixas do composto cloridrato de metadona. A substância portada por Oliveira é legalizada e aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para uso no Brasil, mas é ilegal na Rússia. Segundo informou Bolsonaro, a pena prevista para o caso de Robson poderia chegar a 20 anos. No entanto, o presidente declarou que graças à articulação iniciada pelo então ministro Ernesto Araújo, o brasileiro recebeu indulto do presidente russo, Vladimir Putin. Em publicação nas redes sociais, Bolsonaro informou que o motorista já embarcou com destino ao Brasil e que o avião deve pousar às 19h30 no Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro. Edição: Juliana Andrade Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2021-05/bolsonaro-defende-liberdade-e-cogita-decreto-de-livre-circulacao
- Gramado recebe apenas 80 doses da CoronaVac e pessoas serão chamadas para tomar a segunda dose
Gramado recebe apenas 80 doses da CoronaVac e pessoas serão chamadas para tomar a segunda dose Assim como ocorre em vários municípios brasileiros, as remessas de doses da CoronaVac, vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica Sinovac, tem sido insuficiente para garantir a segunda dose as pessoas com 60 anos ou mais. Na 16ª remessa de vacinas que Gramado recebeu nesta terça-feira (05) constam apenas 80 doses do imunizante. O Instituto admitiu que atrasaria em alguns dias a entrega de novas doses, começando no dia 3 de maio e estendendo o prazo final para 10 de maio. Para garantir que não hajam filas nos postos de saúde, a Prefeitura de Gramado, por meio da Secretaria da Saúde e Vigilância em Saúde, fará o contato com as pessoas que aguardam há mais tempo a chegada da segunda dose da CoronaVac. “Não é um problema exclusivo de Gramado, o mesmo ocorre em praticamente todas as cidades gaúchas. Houve a determinação do Ministério da Saúde para que os municípios aplicassem todas as doses existentes”, explica o secretário da Saúde, Jeferson Moschen. As demais pessoas serão contempladas quando chegarem novos lotes de vacinas. Crédito: Divulgação
- Secretaria do Meio Ambiente divulga ação Gramado + Verde no Legislativo
Secretaria do Meio Ambiente divulga ação Gramado + Verde no Legislativo A Câmara de Vereadores recebeu a equipe da Secretaria do Meio Ambiente nesta terça-feira, dia 4, a fim de prestar apoio à campanha Gramado + Verde. A ação promove a troca de resíduos eletrônicos por mudas de espécies arbóreas nativas. O cronograma estipulado acontece entre os meses de abril e julho. Neste mês de maio, a coleta dos eletrônicos será realizada: no Terminal Rodoviário da Várzea Grande, no dia 16; na Prefeitura de Gramado, no dia 23; e no Estádio Ernesto Volk, no dia 30. A ação acontece das 8h30 às 11h30. A equipe da Secretaria do Meio Ambiente foi recepcionada pelo presidente da Câmara de Gramado, vereador Professor Daniel (PT). Foto: Paulo Vargas/Divulgação
- Dia das comunicações: avanços dos meios ampliaram horizontes do Brasil
Dia das comunicações: avanços dos meios ampliaram horizontes do Brasil Pesquisadores identificam características da expansão no país Entre sons, letras, teclas, botões, ligações e conexões, o fio invisível do tempo interliga os caminhos tecnológicos das telecomunicações no Brasil. Foi pelo avanço dos meios e das plataformas que a garantia de cidadania em um país do tamanho de um continente se tornou mais visível, ainda que não possamos enxergar as ondas eletromagnéticas, como ocorrem as conexões digitais ou as "nuvens" que passaram a armazenar a recordação do tempo. Diretamente da era digital, nem mesmo rádios ou jornais têm mais o mesmo jeitão de antes. Telégrafos, máquinas de escrever ou telefones com discos entraram para a história, que é aquele museu imenso que chamamos de memória. Agora, ficam próximas aos bicos de pena, os instrumentos para escrever cartas que demoravam meses para chegar ao destino. Nesta semana, em que há o dia das comunicações (5 de maio), pesquisadores entrevistados pela Agência Brasil explicam que os marcos temporais no Brasil tiveram características peculiares, que ajudaram a reduzir as distâncias e transformar a história do país. Confira reportagem da Agência Brasil sobre os 145 anos do telefone Leia também sobre os 30 anos do telefone celular no Brasil Pesquisador da história da comunicação, o professor Pedro Aguiar, da Universidade Federal Fluminense (UFF), alerta que a evolução tecnológica pode ser significada mais pelo acréscimo do que pela substituição. "Não é porque um meio começa que o outro some. Assim ocorreu com o rádio depois do surgimento da televisão", exemplifica o pesquisador. O professor Pedro Aguiar esclarece que historicamente as comunicações relacionavam-se aos caminhos que as informações percorriam geograficamente. "Até o telégrafo elétrico, comunicação era sinônimo de transporte. Para se comunicar a distância, era necessário que a pessoa levasse consigo 'a coisa' em si. No jornal ou uma tabuleta de pedra, o que fosse, seria necessário transportar. Até ter a separação entre meio e mensagem, isso era a comunicação", afirma. Para a professora Thaïs Mendonça Jorge, pesquisadora em história da comunicação na Universidade de Brasília (UnB), uma questão que precisa ser observada é que a notícia se acelerou com o avanço dos meios de transporte. Outra ruptura do que significa a comunicação ocorreu entre o final do século 20 e início dos anos 2000, da fronteira do analógico para o digital, do linear, para o não-linear. No princípio... Pesquisadores divergem da ideia de que a carta de Pero Vaz de Caminha (leia aqui) (escrita entre 26 de abril e 2 de maio de 1500, mas tornada pública somente em 1817) seria o marco inicial das comunicações no Brasil. "Não considero como marco inicial porque, antes, havia comunicação. Não podemos ignorar o potencial comunicativo no período pré-cabralino, ainda que os povos indígenas fossem ágrafos". Ele explica que os moradores do país antes da chegada dos europeus e colonização encontraram suas próprias formas de interação. Confira material da EBC sobre a Carta de Caminha O pesquisador aponta que as comunidades tinham os pajés, por exemplo, que eram comunicadores ativos entre as aldeias. Ele entende que a comunicação oral entre grupos continua fundamental em muitas comunidades ainda hoje, principalmente nas cidades menores. Além disso, os registros rupestres e de sinalizações foram marcas da comunicação antes da chegada dos portugueses. Para a professora Thaïs de Mendonça Jorge, é necessário considerar que as cartas de Américo Vespúcio, no início do século 16, sobre o Novo Mundo, ficaram conhecidas em 1504, o que seria a primeira publicação relacionada ao Brasil. No período colonial, as cartas entre Brasil e Portugal, que viajavam nos navios, traziam e levavam as "novidades" que demoravam mais de três meses, como está registrada nas agitações dos acontecimentos pré e pós independência (confira reportagem da Agência Brasil sobre o tema). Impressos Uma grande novidade do início do século 19 foi a publicação de dois jornais em 1808: o Correio Braziliense (impresso em Londres em junho daquele ano) e a Gazeta do Rio de Janeiro (o primeiro publicado no Brasil, em 10 de setembro). Thais de Mendonça Jorge explica que a Gazeta do Rio de Janeiro fazia as funções de um diário oficial, passava obrigatoriamente pela aprovação do governo, enquanto que o Correio era destinado ao "grande público". Mas como a maioria da população era analfabeta e os veículos, caros, difíceis de encontrar e em linguagem não-popular, tratou-se de um veículo para poucos. As revistas também surgiram nesse início de século 19. "Mesmo quando se tornou industrializada, a imprensa nunca foi de massas como rádio e TV", afirmou Pedro Aguiar. Confira programa Caminhos da Reportagem sobre o impacto do rádio para a Amazônia Novos parâmetros O primeiro veículo a promover o tempo real foi o telégrafo, veículo que chegou ao Brasil em 1857. "Em pouco tempo, o telégrafo foi um veículo que se espalhou pelo mundo. O rádio começou como radiotelégrafo. Nosso pioneiro, Landel de Moura, também fazia experiência por sinais. A TV é uma filha entre o rádio e o teatro. A linguagem de TV no Brasil recebeu muito mais influências do teatro do que dos cinemas. E os gêneros do rádio influenciaram decisivamente", afirma o professor. Ele explica que o rádio continua, hoje, com a mesma função social, mas com ouvintes também pelo celular. Rádio, veículo centenário, continua a fazer diferença no país continental - Marcello Casal jr/Agência Brasil A professora Thaïs de Mendonça Jorge entende, por exemplo, que foi graças ao telégrafo, que houve uma organização para a prática do jornalismo. "As redações passaram a se estruturar", afirma a pesquisadora. Os telégrafos elétricos tiveram a primeira linha experimental em 1952, no Rio de Janeiro. "Era da casa do Imperador ao Comando do Exército. A invenção do aparelho foi em 1837 e chegou 15 anos depois no Brasil. O país não demorou para testar suas novas tecnologias". Não demorou também para que o telefone fosse trazido. O cientista Alexander Graham Bell apresentou para Dom Pedro II, em 1876, o aparelho. "Meu Deus, isto fala!", teria exclamado o governante brasileiro. O imperador fez questão de testar o aparelho do Rio de Janeiro. Outro aparelho que surpreendeu, no início do século 20, foi o rádio, que chegou com voz no Recife, em 1919, uma cidade que teve importante papel na comunicação brasileira. A primeira transmissão oficial de rádio é de 7 de setembro de 1922. Em relação à TV, o Brasil foi o terceiro país a ter transmissão contínua, depois apenas dos Estados Unidos e México. Confira como foi a primeira transmissão de rádio em programa da TV Brasil de 2012: Confira aqui especial sobre os 70 anos da Televisão Mas, voltando ao século 19, os pesquisadores entendem que o telégrafo (veja linha do tempo abaixo) teve expansão estratégica durante a Guerra do Paraguai (1864 - 1870), com linhas do Rio de Janeiro até a fronteira Sul do país. "Quando acabou a guerra, as linhas subiram para o Norte. Em 1873, chegou a Belém", explica Pedro Aguiar. Em 1874, o litoral estava completamente conectado. Os caminhos de comunicação tiveram essa função de comunicação com o teatro de operações, mas também ao ativar demandas nacionais, como integração e comércio. "O governo implantou implantou uma norma de regulação que, em toda concessão de ferrovia, obrigava-se que a empresa deveria implantar redes de telégrafo", sublinha o pesquisador. O tempo real ganhou novo significado com a integração das plataformas pela internet. Primeiro, ganhou corpo no campo dos serviços e depois chegou à mídia. Os pesquisadores entendem que o Brasil ainda vai viver um processo de digitalização de tudo o que é analógico, inclusive no campo dos serviços, por algumas décadas. "Como o custo de produção nesse cenário é mais baixo, de fato a tecnologia se popularizou". Mas um desafio, segundo avaliam pesquisadores, sempre foi superar as desigualdades regionais e sociais, inclusive expostas durante a pandemia de covid-19. "As tecnologias espalharam-se pelas metrópoles, para o litoral e só depois no interior". Os pesquisadores entrevistados explicam que, às vezes, porém, até dentro das próprias cidades há dificuldades de conexão entre bairros próximos. A internet, acompanhada de suas modernas possibilidades de expansão, viabiliza informação, estudo, trabalho e boas-novas desde o tempo em que só havia uma carta. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2021-05/dia-das-comunicacoes-avancos-dos-meios-ampliaram-horizontes-do-brasil
- OMS pede redução de desigualdades no acesso à higiene das mãos
OMS pede redução de desigualdades no acesso à higiene das mãos Apelo é feito no Dia Mundial de Higienização das Mãos A Organização Mundial da Saúde (OMS) apelou hoje (5) para a necessidade de reduzir desigualdades no acesso a uma boa higiene das mãos e outras medidas de prevenção e controle de infeções nos países mais pobres. No Dia Mundial da Higienização das Mãos, a OMS lança um portal de monitoramento online que ajudará os países a identificarem as falhas e a resolver os problemas. Em comunicado, a organização considera que a higiene das mãos é "um sério desafio a qualquer momento". Destaca que a pandemia de covid-19 mostrou dramaticamente a importância da prática na redução do risco de transmissão, quando usada como parte de um pacote abrangente de medidas preventivas. Uma boa higiene das mãos "também é vital na prevenção de quaisquer infecções adquiridas nos cuidados de saúde, na propagação da resistência antimicrobiana e outras ameaças emergentes à saúde", afirma. A OMS lembra que a infeção adquirida durante a prestação de cuidados de saúde é "um grande problema global" e que os doentes nos países subdesenvolvidos têm duas vezes mais probabilidade de se infectarem nessas circunstâncias do que os dos países mais ricos (15% e 7%, respectivamente). O risco em unidades de cuidados intensivos, principalmente em recém-nascidos, é entre duas e 20 vezes maior, diz a OMS. Segundo a organização, em alguns países subdesenvolvidos apenas um em cada dez profissionais de saúde pratica a higiene adequada das mãos enquanto cuida de pacientes com alto risco de infecções, porque "simplesmente não tem instalações para isso". A OMS diz ainda que a falta de recursos financeiros e a falta de condições de infraestrutura são os principais desafios para avançar nessa área. Informa que o relatório de balanço global de 2020 sobre o programa Wash (lavagem de mãos) em unidades de saúde revela que, globalmente, uma em cada quatro unidades de saúde não tem serviços básicos de água e uma em cada três, produtos suficientes para higienizar as mãos. De acordo com o relatório da OMS que abrange 88 países, o nível de progresso dos programas de higiene das mãos e prevenção e controle de infecções foi significativamente menor nos países subdesenvolvidos. Em 2018, apenas 45% dos países mais pobres tinham um programa nacional desse gênero implementado, em comparação com 53% a 71% dos países mais ricos. O orçamento definido para esse programa estava disponível apenas em 5% dos países subdesenvolvido, em comparação com 18% a 50% dos países mais ricos. Embora existissem diretrizes nacionais sobre práticas de higiene e desinfeção das mãos em 50% dos países subdesenvolvidos e entre 69% e 77% dos países mais ricos, apenas 20% e entre 29% e 57%, respectivamente, tinham planos e estratégias de implementação. Em geral, apenas 22% de todos os países monitoraram a aplicação e o impacto desses programas. Ao admitir que poucos países têm capacidade para monitorar esses programas com eficácia, a OMS considera que o primeiro portal agora lançado "é uma plataforma online protegida para os países recolherem dados de maneira padronizada e fácil de usar, além de fazer o download das suas análises após a introdução dos dados, juntamente com conselhos sobre diversas áreas e abordagens para melhorias". Os dados da OMS indicam que as infecções adquiridas nos cuidados de saúde afetam todos os anos milhões de doentes e profissionais em todo o mundo. Quase nove milhões são registradas anualmente só na Europa. Metade dessas infecções pode ser evitada com a implementação de práticas e programas eficazes, incluindo estratégias de melhoria da higiene das mãos. Essas estratégias também podem evitar três em cada quatro mortes relacionadas com as infecções que ocorrem em unidades de saúde. "Investir em estratégias eficazes também pode gerar retornos financeiros significativos. A implementação de políticas de higiene das mãos pode gerar uma economia em média 16 vezes superior ao custo da sua aplicação", acrescenta. Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/AB Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2021-05/oms-pede-reducao-de-desigualdades-no-acesso-higiene-das-maos

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